
Embora não tenha jogado tantos jogos de DS, devido a uma questão de tempo ($$$$), esse é o melhor jogo q já joguei no DS por inúmeros motivos, sendo um deles a capacidade do gênio Shigeru Myamoto de utilizar o DS da melhor forma possível fazendo com q tal título seja impossível de jogar em qualquer outra plataforma, tamanha é a interatividade oferecida por essa obra-prima da Nintendo, onde o elemento-chave de Zelda é explorado perfeitamente como em qualquer console. .
Antes de começar a análise analítica, nada mais justo do que fazer um comentário a respeito do predecessor do Phantom Hourglass, The Legend of Zelda: Wind Waker para o Gamecube. Esse título foi um marco na série Zelda por apresentar um link de cara nova, com visual mais infantil e embora tenha sido mto discutido por apelar para um publico mais jovem demonstrando um certo “desespero” da Big N de Shigeru Myamoto, o titulo veio e mtos gostaram e mtos odiaram, coisa nada mais do q normal quando ocorre uma quebra de paradigma.
Como não joguei o Wind Waker pois tava ocupado com o meu PS2 na época q esse título saiu, não farei uma análise ctrl c + ctrl v de qualquer gamespot da vida. O link ta aí do lado se vc quiser se informar sobre o jogo lá no gamespot.

(Screenshot de Wind Waker para o Game Cube. Para quem tá acostumado com Zelda desde pequeno, é meio estranho ver o Link dessa forma)
Agora, se tratando de Phantom Hourglass, ele começa após o término do Wind Waker com Link a bordo do navio da Tetra (COF, COF, PRINCESA ZELDA, COF, COF !!!). Tudo mto bem, tudo mto bom quando do nada surge um navio siniSSSSSSSSSStro (perdoe o sotaque carioca, mas não resisti) e leva Tetra embora e Link fica, literalmente, a ver navios.
Logicamente ele cai no no mar tentando resgatar a ZEL… digo, TETRA e cai numa ilha distante numa terra nunca antes vista. Po, até aí é o começo de qualquer Zelda q se preze né não ?! Ou pelo menos mto semelhante ao Link’s Awakening para Game Boy. Quando ele acorda, descobre aonde está e para a supresa de todos tem um senhor mto gente boa querendo ajudá-lo, mas ele precisa achar sua espada primeiro, pq como todos sabemos, O Q SERIA DE LINK SEM UMA ESPADA E UM ESCUDO ?! tsc, tsc, tsc, Chuck Norris ainda tem mto a lhe ensinar, ó pequeno elfo de conjuntinho verde…

(Link lutando contra um chefe. Todos as lutas de chefe utilizam as duas telas do DS de forma maestral)
Bom, papo vai, papo vem e Link descobre q deve para ir atrás do navio fantasma q raptou Tetra ele deve liberar uns espíritos para lhe ajudar nessa jornada. Como no Wind Waker, o mundo eh coberto de água (duh!) e por isso seu meio de transporte será o barco do capitão Linebeck, o Jack Sparrow frustrado do jogo q se mostra SÚÚÚÚÚÚPER ÚTIL na tarefa de resgatar Tetra.
Até agora, nada de novo, certo ?! RÁ ! PEGADINHA DO MALLANDRO !!! A novidade nesse Zelda está no Temple of the Ocean King, um lugar importantíssimo no jogo, onde jazem as partes do mapa q vc precisa para buscar os espíritos e conseguir eliminar a ameaça do monstro Bellum. A cada dungeon q vc completa, matando o respectivo chefe, vc adquire areia do tempo, q vc usa na sua ampulheta fantasma (PHANTOM HOURGLASS), e somente com tal artefato turbinado de areia será possível fechar o jogo.
Para mim, esse foi o mais legal do jogo, aonde aspectos de espionagem foram adicionados a já conhecida jogabilidade de Zelda, aonde os monstros mais poderosos do universo de Link se escondem em dungeons onde a única arma capaz de eliminar tais monstros está, somente esperando o todo poderoso elfo de túnica verde. Mas nesse jogo para o DS, o estilo de jogo muda um pouco, onde vc sempre vê a necessidade de voltar para o templo e tomar cuidado com os Phantoms, inimigo q o pequeno Link é incapaz de derrotar. Outro motivo q fez esse jogo ser o meu preferido do DS é q vc usa as duas telas do DS constantemente escrevendo anotações para se lembrar depois de informações importantes, traçando sua rota através dos 4 mares, nas batalhas dos chefes, onde cada chefe tem um jeito diferente de fazer uso das telas.
Pra finalizar, esse Zelda tbm traz a opção de jogar online contra outro amigo numa espécie de Versus de Link contra os Phantoms do jogo. Não tive a oportunidade de jogar esse Multiplayer, mas essa opção mostra mais uma vez como a Nintendo consegue reinventar após tanto tempo… SHIGERU ROCKS ! ! !

(Screenshot q mostra a batalha entre o Link e os Phantoms numa batalha online)
E não há forma melhor do q fechar um post do q com um videozinho do youtube. Esse vídeo é a primeira parte da história do The Legend of Zelda em ordem cronológica desde o primeiro lá do NES até o Wind Waker para o Game Cube. Infelizmente faltam encaixarem dois nessa série, o Twilight Princess para o Game Cube e Wii e o Phantom Hourglass para o DS.
Bom, té +. Semana q vem teremos Call of Duty 4 ou Watchmen. Aquele q eu estiver mais a fim de escrever….
Abraços !
PS: Adicionados links do portal umpi, onde tem um podcast bem legal com a Renata Honorato dona do blog gamegirl e fodonica do mundo de jornalismo de games, e do site da banda 8bits instrumental, banda q faz um som com trilhas de jogos antigos irados !!!



