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The Legend of Zelda: Phantom Hourglass (DS)

In games on 8 Fevereiro, 2008 at 10:57 pm
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Embora não tenha jogado tantos jogos de DS, devido a uma questão de tempo ($$$$), esse é o melhor jogo q já joguei no DS por inúmeros motivos, sendo um deles a capacidade do gênio Shigeru Myamoto de utilizar o DS da melhor forma possível fazendo com q tal título seja impossível de jogar em qualquer outra plataforma, tamanha é a interatividade oferecida por essa obra-prima da Nintendo, onde o elemento-chave de Zelda é explorado perfeitamente como em qualquer console. .

Antes de começar a análise analítica, nada mais justo do que fazer um comentário a respeito do predecessor do Phantom Hourglass, The Legend of Zelda: Wind Waker para o Gamecube. Esse título foi um marco na série Zelda por apresentar um link de cara nova, com visual mais infantil e embora tenha sido mto discutido por apelar para um publico mais jovem demonstrando um certo “desespero” da Big N de Shigeru Myamoto, o titulo veio e mtos gostaram e mtos odiaram, coisa nada mais do q normal quando ocorre uma quebra de paradigma.

Como não joguei o Wind Waker pois tava ocupado com o meu PS2 na época q esse título saiu, não farei uma análise ctrl c + ctrl v de qualquer gamespot da vida. O link ta aí do lado se vc quiser se informar sobre o jogo lá no gamespot.

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(Screenshot de Wind Waker para o Game Cube. Para quem tá acostumado com Zelda desde pequeno, é meio estranho ver o Link dessa forma)

Agora, se tratando de Phantom Hourglass, ele começa após o término do Wind Waker com Link a bordo do navio da Tetra (COF, COF, PRINCESA ZELDA, COF, COF !!!). Tudo mto bem, tudo mto bom quando do nada surge um navio siniSSSSSSSSSStro (perdoe o sotaque carioca, mas não resisti) e leva Tetra embora e Link fica, literalmente, a ver navios.

Logicamente ele cai no no mar tentando resgatar a ZEL… digo, TETRA e cai numa ilha distante numa terra nunca antes vista. Po, até aí é o começo de qualquer Zelda q se preze né não ?! Ou pelo menos mto semelhante ao Link’s Awakening para Game Boy. Quando ele acorda, descobre aonde está e para a supresa de todos tem um senhor mto gente boa querendo ajudá-lo, mas ele precisa achar sua espada primeiro, pq como todos sabemos, O Q SERIA DE LINK SEM UMA ESPADA E UM ESCUDO ?! tsc, tsc, tsc, Chuck Norris ainda tem mto a lhe ensinar, ó pequeno elfo de conjuntinho verde…

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(Link lutando contra um chefe. Todos as lutas de chefe utilizam as duas telas do DS de forma maestral)

Bom, papo vai, papo vem e Link descobre q deve para ir atrás do navio fantasma q raptou Tetra ele deve liberar uns espíritos para lhe ajudar nessa jornada. Como no Wind Waker, o mundo eh coberto de água (duh!) e por isso seu meio de transporte será o barco do capitão Linebeck, o Jack Sparrow frustrado do jogo q se mostra SÚÚÚÚÚÚPER ÚTIL na tarefa de resgatar Tetra.

Até agora, nada de novo, certo ?! RÁ ! PEGADINHA DO MALLANDRO !!! A novidade nesse Zelda está no Temple of the Ocean King, um lugar importantíssimo no jogo, onde jazem as partes do mapa q vc precisa para buscar os espíritos e conseguir eliminar a ameaça do monstro Bellum. A cada dungeon q vc completa, matando o respectivo chefe, vc adquire areia do tempo, q vc usa na sua ampulheta fantasma (PHANTOM HOURGLASS), e somente com tal artefato turbinado de areia será possível fechar o jogo.

Para mim, esse foi o mais legal do jogo, aonde aspectos de espionagem foram adicionados a já conhecida jogabilidade de Zelda, aonde os monstros mais poderosos do universo de Link se escondem em dungeons onde a única arma capaz de eliminar tais monstros está, somente esperando o todo poderoso elfo de túnica verde. Mas nesse jogo para o DS, o estilo de jogo muda um pouco, onde vc sempre vê a necessidade de voltar para o templo e tomar cuidado com os Phantoms, inimigo q o pequeno Link é incapaz de derrotar. Outro motivo q fez esse jogo ser o meu preferido do DS é q vc usa as duas telas do DS constantemente escrevendo anotações para se lembrar depois de informações importantes, traçando sua rota através dos 4 mares, nas batalhas dos chefes, onde cada chefe tem um jeito diferente de fazer uso das telas.

Pra finalizar, esse Zelda tbm traz a opção de jogar online contra outro amigo numa espécie de Versus de Link contra os Phantoms do jogo. Não tive a oportunidade de jogar esse Multiplayer, mas essa opção mostra mais uma vez como a Nintendo consegue reinventar após tanto tempo… SHIGERU ROCKS ! ! !

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(Screenshot q mostra a batalha entre o Link e os Phantoms numa batalha online)

E não há forma melhor do q fechar um post do q com um videozinho do youtube. Esse vídeo é a primeira parte da história do The Legend of Zelda em ordem cronológica desde o primeiro lá do NES até o Wind Waker para o Game Cube. Infelizmente faltam encaixarem dois nessa série, o Twilight Princess para o Game Cube e Wii e o Phantom Hourglass para o DS.

Bom, té +. Semana q vem teremos Call of Duty 4 ou Watchmen. Aquele q eu estiver mais a fim de escrever….

Abraços !

PS: Adicionados links do portal umpi, onde tem um podcast bem legal com a Renata Honorato dona do blog gamegirl e fodonica do mundo de jornalismo de games, e do site da banda 8bits instrumental, banda q faz um som com trilhas de jogos antigos irados !!!

Final Fantasy III (DS)

In games on 14 Setembro, 2007 at 4:32 am

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Esse eh o terceiro (dah) jogo da serie Final Fantasy, q para muitos eh a melhor serie de RPG. Esse Final Fantasy foi originalmente feito para o NES (Nintendo Entertainment System) ou Nintendinho 8 bits para os intimos. Como nunca joguei o Nintendinho por ser mto novo na epoca q foi lancado nao posso comparar essa versao com a versao original. Mas posso comparar com os outros Final Fantasy q joguei…

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seu grupo no jogo no melhor estilo Caverna do Dragao…

Na verdade acho q os outros titulos da serie q deveriam ser comparados com esse. Pq ? Simples, ao jogar, vc reconhece mtos elementos dos jogos futuros presentes nele, como naves com q sao capazes de se aventurar debaixo da agua em busca de dungeons secretos (FF VII), achar os summons secretos e soh obte-los apos uma treta nervosa (FF VII, XII), a mecanica de jobs (FF Tactics) entre outras coisas.

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uma das unicas horas onde vc usa as duas telas do DS. Imagem copiada de gamespot
DETALHE: LEVEL 76 DE RED MAGE ?! EITA, VICIADO DA P*RRA ! ! !

Se vc eh fa da serie, ficara contente ao ver nomes/rostos de Summons como Ifrit, Shiva, Titan, Odin, Leviathan e ate o mais fodonico dos dragoes Bahamut. Embora os Summons nao sejam tao uteis como nos outros jogos por nao implicarem dano necessariamente. Cada summon tem dois tipos de “ataque”, um dele causa dano no oponente e o outro pode tbm causar dano, ou pode recuperar vida, baixar a defesa do adversario, ou ate usar a magia Barrier no seu grupo.

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ehr… adivinha quem eh o “pequenino” da foto pronto pra atacar ? valendo uma geladeira… O LOCO MEU!

Quanto ao enredo, eu ate achei interessante para um jogo tao “antigo”. Mas nunca foge aquela linha manjada: “UM TERRIVEL MAL ASSOMBRA NOSSO MUNDO E A UNICA CHANCE DE SALVAR ESSA TERRA DO FIM CERTO EH ELIMINAR UM CARA MTO FODONICO E PODEROSO Q NUNCA SERA DERROTADO, APENAS POR QUATRO GUERREIROS Q POR ACASO ACABARAM DE SURGIR DO NADA E IRAO SALVAR NOSSO MUNDO DA DESTRUICAO CERTA.” Uma coisa do enredo q achei legal eh como o equilibrio pode causar tanto a destruicao como tbm a salvacao. Se tudo esta mto bem, quatro cavaleiros das trevas vem e acabam com tudo. Se tudo esta zuado, quatro cavaleiros da luz (TA-DAH!) vem para salvar o dia !

Para quem curte RPG, horas interminaveis de jogo (na verdade, por volta de umas 40h pra achar tudo), infinitas combinacoes de jobs e summons invocados, tai uma otima escolha para quele joguinho salvador na hora daquela aula porre… COF, COF, SOCIOLOGIA INDUSTRIAL, COF, COF ! ! ! :-D

Bom, guentem ae q essa semana tem mais, bele ?! Abs

PS: Ainda nao fechei o jogo (sindrome Final Fantasy), mas assim q fechar posto o q achei do final aqui…