Eric Holmes – Batman: Arkham Origins

Matéria originalmente publicada na PlayTV em 30/10/13

http://www.playtv.com.br/games/artigo/especial/diretor-criativo-da-warner-fala-sobre-arkham-origins

Durante a Brasil Game Show conversamos com Eric Holmes, diretor criativo da Warner Games Montreal, estúdio responsável pelo desenvolvimento de Batman: Arkham Origins.

Perguntei ao produtor se ele é um grande fã do morcegão e qual foi o aspecto mais divertido durante seu trabalho no jogo.”Eu sou um grande fã do personagem por muito tempo. [Em Arkham Origins] nós trouxemos Batman de volta ao lugar em que ele é assustador. Os outros jogos abordam o Batman onde as pessoas conversam com ele, no momento em que ele eventualmente se torna uma instituição de Gotham, assim como a Polícia ou o Corpo de Bombeiros da cidade.

O diretor continua e explica um pouco sobre as diferenças no visual e na ambientação do jogo. Aqui você irá ver e ouvir as pessoas aterrorizadas ao perceberem a presença do Batman. Nós tomamos cuidado em fazer com que ele se parecesse mais com uma criatura da noite do que se ele estivesse simplesmente com um uniforme. Essa foi uma parte muito divertida para mim“.

Com mais do que o dobro de tamanho de Arkham City, Arkham Origins se passa na véspera de Natal e a história do jogo gira em torno da oferta feita por Máscara Negra, que colocou um prêmio de 50 milhões de dólares pela cabeça do Cavaleiro das Trevas. O mafioso recruta oito dos maiores vilões do morcegão – Bane, Deadshot, Deathstroke, Copperhead, Firefly, Electrocutioner, Killer Croc e Lady Shiva – para entregarem o herói encapuzado vivo ou morto.

batema-2

Além da presença desses mercenários, o jogo também contará com a participação de outros vilões como Chapeleiro Maluco, Edward Nigma (um hacker que ainda não se tornou o Charada) e uma personagem que não é tão vilanesca assim, como é o caso do jovem Anarky.

Quando questionado sobre a duração da história principal de Arkham Origins, Holmes comentou que ela dura cerca de 16 a 18 horas, próxima a duração da carreira de seu predecessor, Arkham City. No entanto, esse tempo reflete somente ao tempo usado para terminar a história principal, sem se aventurar pelas inúmeras missões paralelas do jogo.

Durante a história de Arkham City, foi possível jogar com a Mulher Gato e com o Batman. Perguntei a Holmes se Arkham Origins possui uma mudança em sua jogabilidade (e na narrativa) que apresente outro personagem jogável além do Cavaleiro das Trevas. Após alguns segundos hesistantes, Holmes comentou que o jogo possui uma sessão parecida mas não pode falar para não estragar a experiência dos jogadores.

Entre os dispositivos que Batman usará nesse jogo, o que mais chamou a atenção das pessoas – de acordo com o produtor – é a Remote Claw (Garra Remota), um equipamento que permitirá ao morcegão “laçar” dois inimigos e ligar duas gárgulas entre si, além de uma espécie de mina misturada com um flashbang que deixará o inimigo e todos ao seu redor atordoado. Além disso, a nave Bat-Wing está presente em Arkham Origins e será usada para navegar rapidamente (Fast-Travel) entre as diferentes localizações de Gotham.

Batman: Arkham Origins já está disponível para Xbox 360, PlayStation 3, Wii U e PC. Confira o trailer de lançamento do jogo abaixo.

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